sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Pontos de vista

Olá!

Como já aconteceu muitas vezes, hoje eu vim aqui compartilhar um insight que tive quando assisti a última aula online da linda da Flávia Melissa (aliás, super recomendo que dêem uma olhada no site dela!). Ela disse que o nosso ponto de vista não tem nada a ver com o que estamos enxergando, mas sim, onde nos encontramos para que vejamos as coisas de tal forma. Por exemplo, neste momento eu estou vendo meu computador. Logo atrás dele tem um rack com uma tv, os aparelhos da tv a cabo e da internet. Do meu lado estão meus gatos dormindo. No entanto, quem está lendo esta mensagem provavelmente está tendo uma visão completamente diferente. E olha só que coisa louca: ninguém está errado! Estamos sim, em locais diferentes, visualizando coisas diferentes, e todas as coisas que estamos vendo existem naquele espaço/tempo onde nos encontramos.

Isso me fez pensar no tanto de desentendimento causado por isso: pelo fato de estarmos enxergando as coisas por perspectivas diferentes, e também pelo fato de acharmos que nossa perspectiva é a certa e a do outro é a errada. O nome disso? Julgamento. Acredito que temos uma habilidade muito bem treinada em classificar o que vemos como bonito/feio, certo/errado etc... Até aí tudo bem, mas o grande problema é queremos forçar nosso próximo a ver as coisas pelo nosso ponto de vista, o que provavelmente é impossível já que, como dito anteriormente, o próximo pode muito bem estar em um local completamente diferente do nosso, e com certeza está vendo as coisas por uma perspectiva completamente diferente, e nem por isso mais certa ou errada do que a nossa.

Acho que só existe uma forma de conseguirmos entender o ponto de vista do outro: nos colocando em seu lugar... E ainda assim pode ser que não enxerguemos as coisas da mesma forma, porque ainda assim podemos ter pontos de vista diferentes.... 

O que fazer então? 

Sabe, deve existir um motivo pelo qual tenhamos tanta

s formas diferentes de ver as coisas... Na verdade eu diria que existem mini universos dentro de cada um, o que é fascinante! E não seria fantástico conhecer um outro universo? Se abrir para todo aprendizado que pode vir do universo daquele ser que coexiste conosco! Só que pra isso é necessário que exercitemos a arte de respeitar a existência desse verdadeiro "multiverso" onde nos encontramos, ao invés de lutar contra ele. Não só dói menos, como na verdade, pode ser muito mais prazeroso do que se imagina!

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