sexta-feira, 30 de maio de 2014

"Deixe que digam, que pensem, que falem..." - Um dia consigo! ;)

"Mas o que os outros vão pensar?" Essa é uma pergunta mais comum do que se imagina! E por mais que a gente diga "não estou nem aí", lá no fundo acaba rolando uma preocupação sim! Um medinho, sabe?

Comigo, infelizmente, é assim também! Eu ganhei peso (e muito) durante a minha estadia no Reino Unido e hoje, em especial, quando fui procurar uma calça pra vestir, só achei uma curta (hoje tá friozinho, pra variar, então não dá pra usar...) e umas 3 outras rasgadas na perna.... Daí sobrou só uma que eu vesti e que agora tá super apertada... Daí eu pensei, claro, que vou precisar comprar pelo menos uma ou duas outras calças. Mas sabe o que me veio primeiro na cabeça? Preocupação com o que minha mãe, tias, amigos vão dizer.... Afinal, como lidar com o que essas pessoas, que me são tão próximas e queridas, vão achar?

Daí então o famoso momento "putz!" entrou em ação de novo!! Por que? Primeiro porque ninguém falou nada ainda... já começa por aí! Segundo porque, apesar de essas pessoas quererem meu bem, eu comecei a pensar numa coisa muito interessante... existe alguém que é PhD no meu bem estar: eu! Felizmente ou não, por mais que eu experimente o que Fulano ou Ciclano sugerem e diga amém pra tudo que me dizem, no final das contas, eu sou a única pessoa apta a dizer se deu certo ou não! Simples assim! Ou não?!?

É um pouco difícil ainda porque essas pessoas que me são queridas e me querem bem podem ficar magoadas se eu "não estiver nem aí"... E eu tenho uma dificuldade imensa em lidar com essa sensação de magoar alguém, muito embora eu tenha uma opinião formada sobre isso (qualquer hora essa dificuldade e a opinião vão virar um post aqui)...

Por isso confesso que pra mim, o "deixe que digam, que pensem, que falem..." ainda é um aprendizado a longo prazo, mas quer saber? Estou me aperfeiçoando, pois afinal de contas, já terei uma "prova" em menos de um mês, e quero me dar nota máxima pra poder estar preparada pras próximas! :)

domingo, 25 de maio de 2014

"Quem ama, cuida..." - Será que é sempre uma boa?

Hoje estava batendo papo com uma amiga muito querida, que eu vou chamar aqui de "Leila"....

A Leila vem conversando com uma pessoa (digamos que ele se chama "Marcos") pela internet há algum tempo. Eles se conheceram num grupo de interesses em comum, começaram a bater papo e viram que tinham várias coisas em comum.

O papo foi evoluindo e agora eles estão curtindo um "momento fofo" desta relação deles, que eles mesmos preferem não rotular.

Bom, resumindo: eles queriam muito se conhecer, mas existiam dois problemas cruciais: eles moram muito longe um do outro, e o Marcos é dono de um estabelecimento comercial, o que significa que ele trabalha em horários loucos durante a semana e muito mais aos fins de semana... Enfim, é aquele tipo de situação praticamente impossível! Então hoje a Leila estava com a agenda livre e não pensou duas vezes: foi até o encontro do Marcos, fazer-lhe uma surpresa! Ficaram juntos por aproximadamente 1h30 e depois ela foi embora.... 

Quando ela me contou isso, confesso que fiquei com medo, afinal de contas ela foi ao encontro de um desconhecido num lugar distante... Além disso, ela é uma pessoa sonhadora (como eu, confesso!) e fiquei com muito medo que ela se magoasse.... E na nossa conversa ela disse que uma amiga nossa a chamou de louca e que outra amiga ia ficar doidinha com ela também! 

Isso me fez pensar... Sabe, temos a nossa volta bons amigos e familiares que querem o nosso bem e dão o melhor de si pra ter a certeza de que estamos seguros. Acho que isso tem um valor imenso, pois é uma das ferramentas que aprendemos a usar pra demonstrar amor por alguém.... Tem até um ditado muito famoso que ilustra bem isso: "quem ama, cuida!"

Mas assim, na minha visão (já digo que é a minha opinião e que respeito, de coração, outras opiniões a respeito), acredito que cada pessoa é única nesse mundo, e por ser única, suas experiências provavelmente serão únicas também! Claro, eu já vivenciei coisas muito parecidas com o que meus familiares e amigos vivenciaram, mas eu só soube o valor dessas experiências no meu aprendizado porque eu tive a chance de vivê-las! Claro, quando amamos alguém a gente não quer que essa pessoa sofra, mas agora eu pergunto: como a gente sabe se essa pessoa vai sofrer ou não? Em muitos momentos pode até parecer óbvio que sim, mas acredito que viemos pra esse mundo com uma ferramenta valiosíssima: o livre arbítrio! Isso quer dizer que somos livres pra fazer nossas escolhas! Isso tem consequência? Claro! Mas é disso que a vida é feita: de escolhas e consequências! E é nosso direito fazer nossas escolhas e saber o que elas acarretam! 

Como amigos, familiares etc, achamos que só porque amamos alguém, isso nos dá o direito de interferir no curso da vida dessa pessoa! E isso é muito delicado, porque muitas vezes pode-se gerar aquela sensação: "e se eu tivesse tomado uma decisão diferente?", e também uma provável situação da pessoa "protegida", culpar aquele que a impediu de fazer algo que ela queria e isso a fez infeliz!

Então meu trabalho comigo mesmo hoje é: aceitar as decisões dos meus amigos e familiares sem tentar interferir em suas vidas e defender meus sonhos a todo custo, tratando com muito carinho as opiniões e conselhos, mas retendo comigo só aquilo que o meu coração achar que serve! :)

terça-feira, 20 de maio de 2014

Recebendo ajuda

Parece que não, mas pra muita gente (incluindo euzinha aqui) é muito difícil pedir e aceitar ajuda! E eu fico me perguntando: por que?

Por que será que algumas pessoas simplesmente não conseguem aceitar ajuda, e quando o fazem, ficam com a sensação de que estão fazendo algo errado, do tipo incomodando a pessoa que está ajudando de alguma forma? Por que será que a gente se sente culpado por aceitar o que o outro nos oferece?

Agora que estou, novamente, imersa em outra cultura, estou aprendendo que se a pessoa está oferecendo ajuda ela simplesmente quer ajudar e ponto! Se ela está oferecendo só por educação daí infelizmente não há nada que se possa fazer! Aliás, cai no mesmo ponto que eu falei no post anterior: a gente tem mania de querer que as outras pessoas simplesmente adivinhem o que a gente tá pensando.... Não dá! Começo a acreditar que isso chega a ser cruel, pois a gente transfere uma responsabilidade pra alguém e este alguém não sabe do que se trata! A pessoa acaba sendo obrigada a ter "bom senso" e saber que a gente não quer! 

E aí, do outro lado, quem conhece essa maneira de pensar sempre fica com o pé atrás, se questionando o tempo todo se a outra pessoa está realmente oferecendo ajuda ou só sendo educada! Puxa, que tal facilitar? Aceitar a tal ajuda simplesmente e agradecer? Infelizmente não está nas nossas mãos saber se a ajuda foi oferecida de coração ou não, então a gente aceita e em algum momento vamos saber se é de coração ou não...

Beijo! ;)

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Críticas

Mais um pensamento que veio à minha mente: críticas.... Não estou falando aqui das chamadas "críticas construtivas", mas sim daquelas que a gente faz sem visar o crescimento alheio...

Mas afinal, por que as pessoas criticam as outras? De onde será que vem essa verdadeira tentação irresistível de observar e falar mal do que as outras pessoas fazem?

Neste meu momento de reflexão comecei a pensar seriamente sobre isso, mas confesso que ainda não fiz nenhuma pesquisa sobre o assunto, portanto qualquer coisa que eu escrever aqui é fruto tão somente mesmo das minhas divagações.

Pra mim, nas minhas observações, tem ficado cada vez mais claro que, em muitos momentos, a crítica é uma tentativa de fuga dos nossos próprios defeitos... Talvez pra algumas pessoas isso já seja até óbvio, mas o legal é ter a chance de poder notar isso ocorrer a nosso redor e até com nós mesmos.

Quando alguma coisa ruim acontece, nosso primeiro reflexo é nos distrair, seja ligando pra algum amigo, saindo um pouco, enfim, encontrando maneiras de desviar do assunto. Então acredito que nada mais natural do que, quando acontece ou encontramos algo desagradável dentro de nós, a reação imediata seja desviar o assunto, e em algum momento da nossa história como seres humanos a gente descobriu que era interessante fazer isso apontando os defeitos alheios...

Pois é, parece que quanto mais a gente tem algo pra esconder, mais a gente vai tentar apontar o problema de alguém. E o mais interessante é que, aparentemente, quando o problema é parecido com o nosso, aí é que a gente "cai matando" em cima da pessoa! 

Realmente eu me pergunto: de onde será que vem esse comportamento? Será uma natureza nossa ou aprendemos isso? É algo pra se pensar...

Na minha experiência eu me vi criticando as pessoas por vários motivos, e é um comportamento que está me incomodando um pouco... Será que existe uma maneira de observar o que acontece em nossa volta sem criticar? Eu vou tentar e, se descobrir, prometo que venho aqui compartilhar! :)

Beijo no coração!

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O lado negro do "ser boazinha"...

Durante toda a minha vida, eu me vi procurando pela aprovação das pessoas ao meu redor com relação a tudo o que eu fazia. Na verdade, esse comportamento ainda está presente em mim e é um dos "leões" dos quais estou tentando me livrar já há algum tempo..

Isso acontece porque, no fundo, lá naquele lugar quase inatingível dentro de mim, eu quero ser amada por todos que eu conheço. Pra mim é muito difícil receber uma crítica ou perceber que eu incomodo alguém... Isto é uma coisa muito minha, mas acredito que existe um pouco da nossa cultura no Brasil que funciona mais ou menos assim também...

Neste período que estou fora estou aprendendo muita coisa... Aliás, vou contar um pouco do que aconteceu pra eu dar esse tempo na minha vida: neste momento estou no Reino Unido porque uma pessoa da minha família que me é muito próxima está com um problema de saúde e precisava que alguém pra ficar com ela aqui durante este processo, e foi aí que eu entrei, pois tenho um trabalho autônomo no Brasil, aluguei um quarto do meu apartamento pra uma grande amiga (que de quebra cuida com muito carinho dos meus 2 gatos!), estava (e ainda estou, rs) solteira.... Enfim, era a pessoa perfeita pra vir dar esse apoio neste momento!

Eu já morei no Reino Unido antes e, apesar de conhecer a cultura aqui, nunca tinha parado pra reparar num aspecto importante comparado com o Brasil: aqui as pessoas costumam falar o que pensam, as vezes mais diretamente, as vezes de forma muito educada... Claro, não é  sempre, mas mais do que no Brasil. Muitas vezes quando falamos algo a gente espera que a pessoa "se toque" e adivinhe que, na verdade, a gente quer mesmo é dizer outra coisa! Por exemplo, eu tenho uma amiga Chilena no Brasil que trabalhou comigo por alguns anos, e ela me contou que quando chegou uma das dificuldades era justamente com isso: as pessoas falavam uma coisa, mas na verdade queriam dizer outra! Daí ela me contou que uma vez ela foi jantar na casa de uns amigos novos pela primeira vez, e no final, quando ela fazia menção de ir embora, os anfitriões sempre diziam "ainda é cedo! Fica mais um pouco!"... Ela não sabia que, em muitos momentos, a gente fala isso só por educação, mas que na verdade o pobre convidado tem que adivinhar, tomar o famoso "semancol", dar uma desculpa e insistir pra ir embora... Daí no final das contas, a coitada ficou lá até 2h da manhã!! 

E então, nesse aspecto eu sou bem parecida com muitos dos meus conterrâneos... Acho que em muitos momentos, quando eu concordava com algo, eu queria que meus amigos ou familiares tivessem uma bola de cristal e adivinhassem e que, na verdade, isso ou aquilo não era bem o que eu queria, mas que achassem "bonitinho" o meu esforço pra agradá-los e me amassem por isso.... Mas no geral o que ocorria é que muita gente aceitava minha boa vontade mas ainda não se sentia "conquistada" por isso.... E eu, lá nesse meu fundinho bem escuro, confesso que não entendia! Cooooomo é que alguém, pra quem eu disse "sim" tantas vezes, se atrevia a não me retribuir isso com, segundo o que EU idealizava, todo o amor do mundo? E ainda por cima não fazer o mesmo ou até melhor por mim?

Gente, ter essa percepção não é nada fácil! Sabe por quê? Porque isso isso demonstra que eu também tenho imperfeições! Justamente EU, que "trabalhei" tanto pra ser vista de maneira praticamente imaculada!! Bom, na minha cabeça eu estava realmente trabalhando pelos outros, mas realmente, todo esse esforço era pra mim mesma!

Pois é, esse tempo todo eu estava lutando pra ter meus próprios desejos e necessidades atendidos... Irônico, né? Por trás de uma atitude aparentemente altruísta existia uma atitude de satisfação pessoal. Isso é ruim? Não! Era parte da minha verdade, como eu havia escrito anteriormente, e hoje estou trabalhando pra mudá-la um pouco. Isso quer dizer que vou parar de ajudar as pessoas? De forma alguma, mas meus amigos e familiares merecem o melhor, e o melhor é só ser ajudado de coração, sem ter a obrigação de dar nada em troca! Isso está sendo um aprendizado, mas tenho certeza que estou sendo uma boa pupila e já vou levar um ser melhor de volta pro Brasil! :) 

sábado, 10 de maio de 2014

Ser otimista / ser pessimista....

Há alguns anos atrás entrei em contato com a filosofia do "segredo" (a qual eu adoro e tento seguir sempre) e muitas coisas novas provenientes daí.

Nesta época, o que eu absorvi desta ideia é que atraímos as coisas para as quais damos atenção, não importa se a gente quer ou não, mas se dermos atenção, foco e energia para o objeto, situação etc, em algum momento atrairemos isso pra nossa experiência de vida.

Daí em um determinado momento eu comecei a adotar uma postura 200% otimista com relação à vida, pois assim eu estaria atraindo pra mim só experiências boas! E depois de algum tempo eu comecei a pensar que algo poderia talvez estar errado... Explico: quando comecei a adotar essa filosofia, eu tentei banir da minha vida toda e qualquer situação, conversa e talvez até pessoas que não se enquadrassem neste modelo, e por algum tempo eu até consegui.

Mas há pouquíssimo tempo (nos últimos dias, na verdade) me peguei pensando em como eu estava fazendo isso... Dentro de mim eu me vi julgando a maneira como as pessoas viviam, como algumas pessoas realmente gostavam de ser negativas e, por mais que eu me esforçasse, essas pessoas ainda estavam fazendo parte da minha vida com toda sua negatividade, pessimismo, ou como alguns já me disseram: com seu "ser realista", e isso era muito difícil de entender... Mas enfim, tudo isso me fez pensar e lembrar de duas outras lições importantíssimas do "segredo" e de outros livros: a primeira é analisar o efeito que a atitude de outras pessoas tem em nós, e a segunda é que fica realmente muito difícil a vida quando a gente resolve que, pra ficar feliz, alguém tem que agir assim ou assado. E então o famoso momento "putz!" aconteceu: eu vi que não adianta nada eu querer me cercar de flores se eu não planto coisas boas dentro de mim! Sim, eu percebi que o maior trabalho tem que ser interno, comigo mesma.... Afinal, como é que eu queria mostrar uma imagem linda e maravilhosa pro universo me mandar coisas fantásticas se na verdade eu estava era varrendo a sujeirinha indesejável pra debaixo do tapete?

Pois é... Aprendi algumas coisas neste momento. Uma delas, claro, é que se eu quero ver uma mudança a minha volta, devo trabalhar em mim primeiro, e a segunda é que o problema não é estar cercada de pessoas ou eventos negativos, mas sim o que se faz a respeito... Sempre se tem uma escolha, e a minha é ficar em paz!

Não vou ignorar o que está a minha volta, mas percebi que existe uma diferença entre estar a par das situações, se desesperar ou alimentar sentimentos ruins com relação a elas e saber o que está acontecendo e, se não se pode fazer nada, acreditar que a situação vai se resolver. Isso, pra mim é visualizar a seguinte frase: "a fé move montanhas"... Isso pode sim fazer parte da nossa realidade... Acreditar que, o que quer que esteja acontecendo a nossa volta, vai se resolver! :)

No final das contas sou uma otimista incurável, e estou aprendendo que não é o mundo que vai me deixar feliz ou não, mas eu que vou criar um mundo feliz pra mim!

É isso aí! Grande beijo!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Verdades

Como disse na primeira postagem, o intuito deste blog é externar alguns pensamentos que estão surgindo enquanto eu estou na busca do meu "eu", que a partir de agora vou chamar de "minha verdade".

É interessante, nos últimos tempos uma questão surgiu em minha mente: o conceito de verdade... A gente aprende que o que é verdade é o oposto do que é mentira… Sei lá, pra mim isso sempre foi algo estranho à minha natureza, pois pra mim cada um tem a sua verdade, e só porque a verdade de alguém é diferente da minha, não quer dizer que isso seja mentira também. Não estou falando aqui de verdades ou mentiras ditas da boca pra fora, mas sim do que vai dentro da gente, das nossas crenças…

Pode ser que em algum momento a gente descubra que se identifica com crenças diferentes daquelas que alimentavamos anteriormente, mas de forma alguma isso significa que o que se deixou pra trás era uma mentira… Este conceito fez parte das bases que formaram o ser o que somos hoje. E as novas crenças, quando surgem, vem como uma parte de um quebra-cabeças que se encaixa pra continuar formando quem seremos. E olha, cada um tem a sua pecinha. Muito provavelmente não vai funcionar eu querer a todo custo juntar uma pecinha que seria minha no quebra-cabeças de outra pessoa, a não ser que esta pecinha realmente seja parte deste ser, e acredite, se uma peça faz parte de um quebra-cabeças, mais cedo ou mais tarde ela aparece!

Bom, por hoje é só! Beijo no coração

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Blog? Como assim?


E então criei um blog.... Justamente eu que era totalmente desligada de qualquer coisa relacionada a blogs! Talvez porque eu sempre achei (e ainda acho) muita responsabilidade vir a um espaço público e expressar minha opinião e confesso: essa ideia me assustava e ainda assusta bastante... 

A ideia de um blog surgiu quando eu comecei a sentir a necessidade de me encontrar, de dar continuidade a jornada que iniciei no momento que vim para este mundo: a busca por um "eu" melhor do que o que chegou aqui, e saber quais peças formam este "eu" tão importante.

E aí achei que seria interessante colocar meus pensamentos, descobertas pra fora... Compartilhar com alguém, não só com amigos e tal, mas com pessoas que talvez me ajudem neste meu processo de aprendizado... 

O primeiro nome que me veio em mente foi flor de lotus.... Daí pensei: "por que este nome?" Então resolvi pesquisar e dentre vários significados, encontrei um que foi uma resposta muito melhor do que eu imaginava: no oriente, a flor de lotus significa pureza espiritual. Nada mais adequado para um local onde se falará justamente disso: de busca pela evolução. 

Bom, é isso! Acredito que estou iniciando aqui uma corrente positiva de troca de ideias e muito respeito, e espero de coração que meus pensamentos sejam de ajuda para a reflexão de quem aqui se aventura! 

Grande abraço!